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Abres - Associação Brasileira de Estágios

Estatísticas

Alunos/Região Médio e Médio Técnico Superior
Alunos (%) Estagiários (%) Alunos (%) Estagiários (%)
Norte 877.859 (9,34%) 5.778 (2,22%) 673.777 (8,13%) 19.733 (2,67%)
Nordeste 2.654.940 (28,26%) 32.933 (12,67%) 1.746.656 (21,08%) 56.381 (7,62%)
Centro-Oeste 645.304 (6,87%) 16.178 (6,22%) 772.300 (9,32%) 43.695 (5,90%)
Sudeste 3.947.143 (42,02%) 147.333 (56,67%) 3.705.394 (44,72%) 444.001 (60,00%)
Sul 1.268.871 (13,51%) 57.778 (22,22%) 1.388.211 (16,75%) 176.190 (23,81%)
Total 9.394.117 (100%) 260.000 (100%) 8.286.338 (100%) 740.000 (100%)
Abres - dados Inep/MEC

No total, são 9.394.117 alunos de ensino médio e técnico e apenas 260 mil estagiam (2,7%).
No Superior, são 8.286.663 estudantes e, desses, apenas 740 mil estagiam (8,9%).


Matrículas na Educação

De acordo com dados do último Censo da Educação Básica do Inep/MEC de 2017, existem no Brasil 7.930.384 matriculados no ensino médio. Já no médio técnico temos 1.463.733 alunos em todo o país. Juntando os dois níveis (médio + médio técnico), temos 9.722.190 estudantes, desses, 328.073 realizam os cursos concomitantemente.

Já no nível superior, segundo o Censo da Educação Superior do Inep/MEC de 2017, temos 8.286.663 alunos com crescimento de 3,0% em relação ao ano anterior. Desses, 6.529.681 são de cursos presenciais (uma diminuição de 0,3% em relação ao ano passado) e 1.756.982 de educação à distância (aumento de 17,5% no mesmo período).

Em 2017, 17.593.459 candidatos foram inscritos para vestibulares em cursos presenciais e a distância. Contudo, apenas 10.769.657 de vagas foram oferecidas, sendo 73,36% novas e 26,64% remanescentes. Das novas vagas oferecidas, 36,30% foram preenchidas, enquanto apenas 12,13% das remanescentes foram ocupadas no mesmo período. Dos 17,5 milhões de aspirantes a um curso superior, 7.968.023 queriam universidades públicas, enquanto 9.625.436 focaram nas particulares. Infelizmente, desses, somente 18,3% (3.226.249) conseguem atingir o sonho de entrar em uma faculdade. Ou seja, 14.367.210 não tiveram acesso à educação superior naquele ano.

Dos 7.968.023 almejando uma oportunidade em entidades federais, estaduais e municipais, apenas 7,39% passam (589.586). Nas privadas, a porcentagem sobe para 27,39%, dos cerca de 9,6 milhões.

Ensino Médio e Educação Profissional

O último Censo Escolar do Inep/MEC 2017 contabilizou aproximadamente 48.608.093 de matrículas, distribuídas em diferentes etapas e modalidades de ensino da educação básica. Desses, 7,9 milhões são do ensino médio e podem estagiar a partir dos 16 anos. Se compararmos entre 2016 e 2017, veremos um declínio de 188.419 alunos, isto é, 0,4%.

Quando falamos do ensino profissionalizante, é possível notar um baixo número de alunos. Temos 1.463.733 matriculados em todo o país. Esse número diminuiu em relação a 2016 (eram 1.917.192), uma diferença de 4,5%.

No total, temos quase 9,4 milhões de alunos no médio e médio técnico aptos a estagiarem, mas apenas 260 mil conseguem uma vaga, representando 2,7% dos estudantes brasileiros.

Ensino Superior

De 2002 a 2017, o número de alunos na educação superior passou de 3,5 para 8 milhões. Já o total de concluintes do ano passado subiu 2,6%, passando de 1.169.449 para 1.199.769. É importante ressaltar o número de licenciados formados: 253.056 (apenas 21,09% do número total de formados), podendo exercer o cargo de professor no ensino médio. Ou seja, cada vez há um menor interesse pela área acadêmica. O bacharelado atrai 62,48% e o tecnólogo 16,41% dos universitários.

Os ingressantes também evoluíram em 2017: atualmente, 3.226.249 entram no ensino superior, contra 1.805.102, há dez anos. São 35.380 cursos de graduação, distribuídos em 2.448 instituições (296 públicas e 2.152 particulares). Quando comparado com 2015, observamos um aumento de 240.605 alunos.

Apesar do avanço no número de formandos, infelizmente apenas 37,2% dos calouros "pegam o diploma", sendo 251.793 no setor público e 947.976 no privado. Grande parte desses estudantes não conclui ou abandona o curso provavelmente por falta de condições financeiras. Esses números provam a importância do estágio, pois ele contribui para auxiliar o futuro profissional a custear seu curso. Afinal, para estagiar, o jovem obrigatoriamente precisa estar regularmente matriculado.

Dos mais de 8.286.663 milhões de jovens universitários, 68,33% optaram pelo bacharelado, enquanto 19,18% fazem licenciatura e 12,05% são tecnólogos. Estudam em universidades privadas 6.241.307 (75,31%) e em públicas 2.045.356 (24,68%).

Quando olhamos para a faixa etária, há 28.695 jovens com menos de 18 anos (0,3%). Entre 18 e 24 anos são 4.264.647 (51,4%), de 25 a 29 anos são 1.609.352 (19,4%), de 30 a 39 anos são 1.613.775 (19,4%) e de 40 a 64 anos, 762.402 (9,2%).

Além disso, destaca-se o fato de termos 8,28 milhões de estudantes no ensino superior e 7,6 milhões de estudantes inscritos no Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, no ano de 2017. Ou seja, um volume inferior de estudantes interessados em ingressar em uma graduação. "O grande desafio não é apenas entrar em um curso, mas sim permanecer nele até a graduação. O estágio, nesse sentido, serve como um incentivo para isso acontecer", afirma Seme Arone Junior, presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios.

Total de Matriculados - Inep/MEC 2017

Curso Matriculados Porcentagem Total
 
Presencial EAD Total
 
Engenharia
1.166.326 58.917 1.225.243
14,78%
Administração
649.407 525.230 1.174.637
14,17%
Direito
878.940 294 879.234
10,62%
Pedagogia
284.230 430.115 714.345
8,63%
Ciências Contábeis
244.840 117.202 362.042
4,36%
Enfermagem
285.097 10.029 295.126
3,56%
Psicologia
249.956 0 249.956
3,02%
Comunicação Social
176.865 25.728 202.593
2,44%
Letras
125.003 61.146 186.149
2,25%
Educação Física
126.680 21.471 148.151
1,78%
Ciências Biológicas
108.875 583 109.458
1,32%
Computação e Sistemas de Informação
90.800 3.150 93.950
1,14%
Total dos doze
4.387.019 1.253.865 5.640.884
68,07%
Total Brasil
6.529.681 1.756.982 8.286.663
100%

Total de Concluintes - Inep/MEC 2017

Curso Concluintes Porcentagem Total
 
Presencial EAD Total
 
Administração
138.612 83.852 222.464
18,5%
Engenharia
138.514 2.478 140.992
11,7%
Direito
113.713 151 113.864
9,5%
Pedagogia
58.789 67.325 126.114
10,5%
Ciências Contábeis
42.155 13.190 55.345
4,6%
Comunicação Social
31.199 3.691 34.890
2,9%
Computação e Sistemas de Informação
11.417 270 11.687
1%
Educação Física
19.521 1.532 21.053
1,75%
Enfermagem
37.250 127 37.377
3,1%
Psicologia
30.187 0 30.187
2,5%
Ciências Biológicas
15.381 0 15.381
1,3%
Letras
19.791 7.182 26.973
2,2%
Total dos doze
656.529 179.798 836.327
69,7%
Total Brasil 1.199.769 100%


Ensino Superior Tecnólogo

A expansão de matrículas também ocorreu no nível tecnólogo, com um aumento de 321% nos últimos 12 anos. Se em 2005, havia 237.066 alunos, em 2017, chegou-se aos 999.289. Do total, 163.664, ou seja, 16,3% estudam em escola pública. Já em instituição privada são 835.625 estudantes (83,6%). Esse tipo de graduação é diferente das convencionais, por ter uma carga horária reduzida e uma grade mais prática, focada na preparação para o mercado.

Atualmente, ingressam 617.317 alunos nessa modalidade. Entre 2011 e 2012, o número de universitários subiu 22,2%, de 2012 para 2013, 3,8%, de 2013 para 2014, 9,2%, de 2014 para 2015, 10,3%. No entanto, o crescimento no número de estudantes desse nível foi menor de 2015 para 2016, ampliando apenas 1,02%. A recuperação ocorreu de 2016 para 2017 com aumento de 16,16%.

Contudo, esse aumento de alunos em cursos tecnológicos ainda é maior, se confrontarmos com os de bacharelado e de licenciatura. Esses, entre 2012 e 2013, cresceram 4,4% e 0,6%, respectivamente e entre 2013 e 2014, 8,1% e 6,7%, de 2014 e 2015, 3,9% e 1,9%. Porém entre, 2015 e 2016, tanto bacharelado, quanto licenciatura tiveram um leve crescimento: 0,6% e 3,3%. Já, entre 2016 e 2017, respectivamente, houve um aumento de 5,6% e 8,9%.

De acordo com o Censo de 2017, temos 7.005 cursos tecnólogos no país, sendo 1.197 em instituições públicas e 5.808 em instituições privadas. Em 2017, foram 196.999 concluintes no Brasil.

Ensino Superior à Distância

Entre os anos de 2016 e 2017, as matrículas aumentaram 17,5% nos cursos à distância e caíram 0,4% nos presenciais. Desse modo, os cursos de EAD já representam 21,2% do total de matrículas em graduação. Mesmo sendo uma participação menor, é a maior da modalidade EaD no ensino superior em dez anos.

Dos 1.756.982 alunos matriculados em EAD, 1.591.410 estudam em instituição de ensino privada (90,6%) e 165.572 (9,4%) em instituição pública, já são 2.108 cursos de graduação a distância. Dos matriculados eles se dividem em 745.611 na área de educação, 18.081 em humanidades e artes, 690.515 em ciências sociais, negócios e direito, outros 48.462 estudam ciências, matemática e computação, 58.917 fazem engenharia, 4.573 cursam agricultura e veterinária, 129.841 optaram por saúde e bem-estar social, 60.982 serviços.


O perfil do universitário brasileiro

O Censo 2017 aponta tendências no perfil dos universitários brasileiros. Cerca de 56,95% (4.719.482) dos matriculados no ensino superior são formados pelo sexo feminino. Considerando os estudantes matriculados em cursos presenciais, 6.529.681 alunos, 59,5% estudam no período noturno (3.888.812). Ou seja, apenas 2.640.869 (40,4%) cursam durante o dia.

Quando olhamos a quantidade de universitários por região do país, constatamos: dos 8 milhões de alunos, 673.777 são da região Norte, 1.746.656 do Nordeste, 3.705.394 do Sudeste, 1.388.211 no Sul e mais 772.300 alunos no Centro-Oeste.



Ingressam 3.226.249 alunos em todo Brasil, sendo 260.037 (8% do total) no Norte; 624.310 no Nordeste (19,3%); 1.485.196 no Sudeste (46%); 537.093 no Sul (16,6%); e 319.162 no Centro-Oeste (9,9%).

Por fim, a minoria escolhe ser professor no país, ou seja, apenas 20,1% dos ingressantes optam pela licenciatura, contra 60,1% optantes do bacharelado, outros 19,1% para tecnólogo.

Enquanto isso, o número de concluintes é de 1.199.769 universitários, sendo 92.394 na região Norte (7,7%); 227.588 no Nordeste (18,9%); 561.573 no Sudeste (46,8%); 202.563 no Sul (16,8%); 115.650 no Centro-Oeste (9,6%).

O jovem fora da escola

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, de 2017, moram na Região Sudeste 42% da população brasileira, na Região Norte, 8,5% e na Região Centro-Oeste 7,6%. Desse total da população brasileira, 51,1% são mulheres e 48,9% são homens.

Crianças, adolescentes e jovens de até 29 anos de idade correspondem a 45,7% da população brasileira total, de acordo com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os jovens de 15 a 29 anos de idade correspondiam a 24,3% da população e a taxa de ocupação dessa faixa etária foi de 48,3%.

Infelizmente, grande parte dos brasileiros não têm acesso à educação. Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2017, 25,1 milhões de brasileiros entre 15 e 29 anos estão fora da escola, ou seja 23%. Entre 18 e 24 anos, fase de ingressar em uma universidade, 62,7% não estudam. Entre os jovens de 15 a 29 anos de idade, cerca de um em cada cinco não frequenta a escola e não trabalha.

A falta da frequência na escola também reflete na busca por um trabalho. Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos, em 2018, foi de 26,6%. Os motivos são diversos: a falta de domínio da língua portuguesa, de ferramentas de informática e postura inadequada, competência aprendidas no contato com educadores. Somente 18% dos jovens entre 18 e 24 anos ingressam em uma faculdade.

A taxa de ocupação das pessoas de 18 a 24 anos foi de 50,5%, em 2017, sendo que 68,7% dos jovens neste grupo somente trabalhavam e 31,3% trabalhavam e estudavam. O percentual de jovens nesta faixa etária que somente estudava foi de 21,5%. Já no grupo de 25 a 29 anos de idade, observou-se que apenas 17% estudavam, sendo que 11,6% conjugava estudo com trabalho. Além disso, 57,4% neste grupo etário somente trabalhavam e a taxa de ocupação foi de 69,0%.

Vagas de estágio no Brasil

De acordo com pesquisa realizada pela Abres, o número de estagiários no Brasil antes da aprovação da Lei n° 11.788 era de 1,1 milhão. Segundo a última pesquisa, finalizada em dezembro de 2017, esse número é de 1 milhão, sendo 740 mil para o ensino superior e 260 mil para o ensino médio e técnico. As cifras foram resultados de um levantamento feito com os agentes de integração e instituições de ensino do país.

Assim, considerando 2008, antes da aprovação da lei e da crise econômica mundial, quando tínhamos 1,1 milhão de estagiários no país, o número diminuiu 9,1%. Segmentando por nível, eram 715 mil no superior e agora são 740 mil, ou seja, um aumento de 3,5%. Já no médio eram 385 mil e agora 260 mil, uma redução de 32,5%. Um dos motivos para o maior avanço no superior é a limitação no artigo 17 da atual lei de estágios, 11.788/2008, para contratação de alunos do ensino médio. Infelizmente, muitos jovens precisaram voltar para casa.

O maior número de vagas oferecidas são para estudantes de Administração (16,8%), Direito (7,3%), Comunicação Social (6,2%), Informática (5,2%), Engenharias (5,1%) e Pedagogia (4,2%). Apesar disso, em algumas carreiras faltam candidatos para preencher a demanda de oportunidades oferecidas pelas empresas, principalmente Engenharia, Estatística, Matemática, Biblioteconomia, Química e Secretariado Executivo. Nesse caso, as empresas oferecem bolsa-auxílio mais alta.

Sobre a melhor época para procurar uma vaga, o presidente da Abres dá uma dica aos estudantes. "Nós sempre aconselhamos o jovem a buscar uma vaga já no primeiro ano de curso, dessa forma, é possível construir uma carreira profissional de sucesso desde cedo", afirma Seme Arone Junior.

Infelizmente, o número de estudantes é muito maior em relação à oferta de vagas e a grande maioria não consegue uma oportunidade. Se analisarmos ainda mais esses números, nos deparamos com uma situação preocupante. Temos 18 milhões de possíveis estagiários, quando consideramos a soma dos níveis superior, médio e técnico, porém apenas 5,5% deles conseguem estagiar.

Pesquisa revela quanto recebe um estagiário no Brasil

Qual estagiário recebe mais: Química ou Marketing? Logística ou Secretariado? A fim de auxiliar com essas respostas, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios realizou a 'Pesquisa Nacional de Bolsa-Auxílio 2017', com dados atualizados sobre o segmento de estágio. O resultado revelou uma boa notícia, a média geral paga aos profissionais dessa modalidade é de R$ 1.002,79, ou seja, 3,8% maior em relação a 2016, quando era de R$ 965,63 e também acima da inflação oficial, de 2,8% no mesmo período.

O levantamento ocorreu entre 10 de outubro e 15 de dezembro de 2017, com 25.434 estagiários de todo o país. Separando por gênero, os homens recebem R$ 1.057,65 e as mulheres R$ 961,10. "Porém, não se engane! Essa diferença somente ocorre porque os rapazes, em sua maioria, optam por carreiras da área de exatas, como Engenharia e Economia, ou seja, com as melhores remunerações. Já boa parte das moças migram para os segmentos de humanas. Todavia, ao olharmos para um curso específico, não há diferenças entre os pagamentos", afirma o presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci.

Por nível, quem está no superior recebe em média R$ 1.125,69, uma ascensão de 3,8% em relação ao ano passado. Já para os tecnólogos, ocorreu uma melhora de 1,3% nos pagamentos, resultando em R$ 1.011,64. O nível técnico também saiu ganhando, com uma elevação de 0,74% e, assim, agora o valor médio chega a R$ 768,27. Já para quem está no ensino médio, a quantia é de R$ 620,45, um crescimento de 2,26%.

Listamos abaixo, o ranking com os dez cursos mais bem pagos:

Superior: R$ 1.125,69

1 Agronomia R$ 2.076,24
2 Ciências Atuariais R$ 1.645,00
3 Economia R$ 1.601,16
4 Ciência e Tecnologia R$ 1.457,81
5 Química R$ 1.371,46
6 Engenharia R$ 1.355,93
7 Relações Internacionais R$ 1.340,64
8 Marketing R$ 1.258,63
9 Farmácia e Bioquímica R$ 1.257,85
10 Sistemas de Informação R$ 1.229,39

Superior Tecnológico: R$ 1.011,64

1 Tecnol. Banco de Dados R$ 1.284,29
2 Tecnol. Análise e Desenv. Sistemas R$ 1.184,33
3 Tecnol. Secretariado R$ 1.114,78
4 Tencol. Processos Gerenciais R$ 1.106,55
5 Tecnol. Redes de Computadores R$ 1.070,66
6 Tencol. Comércio Exterior R$ 1.065,68
7 Tecnol. Jogos Digitais R$ 1.054,40
8 Tecnol. Informação R$ 1.027,58
9 Tecnol. Produção Audiovisual R$ 1.015,68
10 Tecnol. Marketing R$ 1.007,20

Médio Técnico: R$ 768,27

1 Técnico em Química R$ 929,33
2 Técnico em Segurança do Trabalho R$ 913,55
3 Técnico em Automação R$ 862,73
4 Técnico em Eletroeletrônica R$ 854,26
5 Técnico em Mecânica R$ 853,03
6 Técnico em Eletrônica R$ 816,98
7 Técnico em Contabilidade R$ 781,96
8 Técnico em Logística R$ 775,55
9 Técnico em Mecatrônica R$ 772,34
10 Técnico em Marketing R$ 753,56

Ensino Médio: R$ 620,45

De acordo com Mencaci, Agronomia se mantém no topo da lista pelo 4º ano consecutivo. "Quando olhamos o cenário atual do país, entendemos a razão. A agricultura e o agronegócio representaram em 2017, 23,5% do nosso PIB e a criação de empregos nesses setores foi a mais alta em cinco anos, conforme aponta estudo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)", explica. Além de ocorrer uma migração natural do meio rural para a cidade, também há pouca mão de obra especializada e o pagamento tende a aumentar para atrair talentos.

Outro dado curioso sobre a pesquisa é o fato de, desde seu início, em 2008, Economia, Química e Engenharia nunca terem saído do ranking dos mais bem pagos no nível superior. "São campos muito amplos de atuação e já bem estruturados na sociedade, podendo-se atuar desde a indústria, até a educação. Ainda assim, faltam profissionais bem qualificados, fator decisivo para as empresas manterem uma bolsa-auxílio alta, com o intuito de trazer os melhores para suas equipes", finaliza o presidente.

A Abres acredita no estágio como o maior instrumento de inserção do jovem no mercado de trabalho. Com essa oportunidade muitos alunos poderão realizar o sonho de ter uma carreira de nível superior e ainda completar sua formação. Para mais informações sobre estágios, carreiras ou análise dos números citados no texto, entre em contato com a nossa assessoria de imprensa pelos telefones (11) 3524-3333 / (11) 3154-7664 ou pelo e-mail imprensa@abres.org.br