Skip to content

Abres - Associação Brasileira de Estágios

Estágio obrigatório e não-obrigatório

Saiba a diferença entre as duas categorias no momento da contratação de um estagiário

Para quem está em início de carreira e deseja uma posição no mercado, o estágio é o caminho mais assertivo para isso. Configura-se como atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao jovem por meio de sua participação em situações reais de vida e trabalho. Porém, é válido saber: há dois tipos, o obrigatório e o não-obrigatório.

A classificação é estabelecida, de acordo com a lei de estágio, 11788/08 e segue diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e também do projeto pedagógico do curso. No estágio obrigatório, o estudante precisa cumprir uma carga horária, sendo esse um requisito para aprovação e obtenção do diploma. Já no não-obrigatório, a atividade é desenvolvida como opcional ou extracurricular.

Contudo, há um ponto crucial, o qual os diferencia. Caso o programa se enquadre como não obrigatório, o aluno tem direito a receber bolsa ou outra forma de contraprestação e também o auxílio transporte. Cabe à empresa definir o respectivo valor, considerando, inclusive, o custo das mensalidades escolares, dentre outros gastos.

Estagiar permite aplicar o conhecimento adquirido na sala de aula dentro das organizações. Além de desenvolver as atividades ligadas à sua área, é oferecido o contato com todas as funções de sua futura ocupação, bem como, os desafios. A Abres acredita no estágio como possibilidade de formação, preparação e inserção do jovem no ambiente corporativo, bem como, na sociedade.

Seme Arone Junior é presidente da Abres – Associação Brasileira de Estágios